|
Olá, pessoal do site. Há 2 anos atrás aconteceu um fato comigo digno deste relato, eu tinha 22 anos. Conheci uma mulher na internet, pelo Chat Uol, ela tinha acabado de completar 40 anos e tinha poucos meses que residia aqui em Salvador, cidade que aconteceu este fato e que eu moro desde sempre. Ela é uma loira carioca, meio baixinha (1,62 de altura), dona de um imenso rabo que me deixava louco de tesão. Vou chamá-la aqui de Verônica...
Comentários
Raramente entro em salas de bate-papo, mas nesse dia decidi entrar e ver se encontrava alguém legal (de preferência mulher) para conversar. Entrei na sala de 40-50, já que sempre preferi mulheres “mais velhas” que eu por haver uma inteligência e maturidade recíproca – amadureci muito cedo, e automaticamente me tornei mais exigente com relacionamentos. Neste dia, na sala de bate-papo, a conheci e ficamos conversando por horas, trocamos contatos e surgiu uma amizade colorida entre a gente, “amizade” esta guiada por algumas saídas, conversas e sexo.
Em cerca de 1 mês de amizade, esta mulher já estava apaixonada por mim, percebia isto através do sexo e da cobrança que já estava ligeiramente grande. Eu gostava dela, mas não da mesma forma que ela gostava de mim. No sexo, ela se entregava bastante, transávamos (consciente e responsavelmente) sem camisinha, ela só não deixava eu comer aquele rabão (cu) por que, segundo ela, quase nunca tinha feito sexo anal e também não gostava, mas mesmo assim eu sempre insistia e só ficava mesmo nas linguadas no cuzinho dela, sem penetração. Aquelas linguadas a deixava doida, mas quando eu tentava penetrar o meu pau em seu belo rabo, ela não deixava...
Dias passaram-se e eu já não estava tão satisfeito com aquela relação, não por eu não poder comer seu cuzinho, mas sim por não sentir a mesma coisa que ela sentia por mim. Então decidi dar um fim naquela relação de amizade colorida. Ela sentiu muito com isso e só ficava pedindo para voltarmos, mas eu não a queria mais, infelizmente. Depois disso, de vez em quando, conversávamos apenas via msn, mas sem aprofundamento algum, até o dia que a gente - não lembro o motivo - começou a relembrar o sexo que fazíamos. Neste dia fiquei com muito tesão e a provoquei fazendo ela ficar com tesão também, mas aquele sentimento de rejeição a ela bateu e eu fiquei em dúvida se iria até a sua casa matar aquela vontade que estávamos de trepar. Foi então que, num ato meio que perverso de minha parte, disse que só iria até a sua casa se me desse aquele rabão gostoso que tanto sonhei comer, mas com a seguinte condição: eu chegar em sua casa, botar ela pra chupar meu pau e, sem ao menos tocar em sua buceta, comer seu cuzinho e gozar bem fundo nele. Confesso que fiquei com pena ao ver a reação dela dizendo que gostava de mim e que topava qualquer coisa pra ficar comigo. Fiquei com pena, mas o tesão falou mais alto, então fui até a sua casa fazer o que tinha proposto.
Ao chegar em sua vila, composta por casas de aluguel, ela me recebeu com um abraço longo e apertado que logo fez meu pau subir e eu apertar e dar um tapa em sua bunda. Ela estava com um vestido preto, curto, meio afogado e que deixava aquele grande bumbum de 40 anos pedindo para ser comido, isso me deixou doido! Enquanto estávamos subindo a escada da vila para chegar até a sua casa, ela na frente e eu atrás, eu ia tentando levantar o vestido dela para ver a calcinha (sou fascinado por calcinha), e ela falava:
- Calma! Tem vizinhos acordados, eles podem ver isso!
Mas eu não a obedecia e, orientado pelo tesão, continuava a querer explorar o que tinha embaixo daquele vestido preto. Lembro bem que naquela escada cheguei a colocar a calcinha vermelha dela pro lado e dar uma lambida em seu cu, senti aquele rabo já quente, com um cheiro gostoso que só me fazia perder a cabeça.
Chegamos até a sua casa e lá já fui abaixando a minha calça e botando ela pra chupar meu cacete, delirando ao ver aquela boquinha de batom melar meu pau de vermelho e ser preenchida com a cabeça dele. Naquela hora, sentia pena e ao mesmo tempo um ar de ingenuidade em Verônica, pois parecia uma menina em sua primeira relação amorosa, perdidamente apaixonada, mas aquilo me fazia querer explorar cada canto de sua boca com meu pau.
Depois de um longo tempo chupando meu pau, coloquei ela de quatro em sua cama, levantei o vestido até a cintura, deixando aquele rabão delicioso todo empinado, botei a calcinha pro lado, e então comecei uma sessão de chupadas naquele cuzão. Nossa... Era uma coisa linda ver aquele cu piscando e a Verônica dando gemidos de prazer, com a buceta toda molhada e falando:
- Vai, amor, me come toda... Me faz de putinha... Me lasca... Come meu cu!
Então eu molhei o meu dedo com o babado de sua buceta e ficava enfiando e tirando de dentro do seu cuzinho. Depois disto, botei a cabeça do pau bem na portinha e fui enfiando devagar, ao sentir o pau entrando ela gritava de dor e prazer ao mesmo tempo; gritava de dor e logo em seguida gemia e tremia de prazer. Ela já relaxada, começamos uma sessão longa de sexo anal, aquela mulher parecia profissional nesta arte e eu já me segurava pra não gozar rapidamente. Ela gemia muito e falava:
- Me come, seu puto! Seu cachorro! Lasca sua puta, come sua putinha... Me fode!
Ela gemia e gritava alto, acredito que os vizinhos já tinham escutado a gritaria. Foi então que ela parou de gritar e gemer, e só eu continuei penetrando. Ela me pedia para gozar logo, pois já não tava agüentando mais a dor, eu pedia para ela esperar e que já iria gozar. Tempo depois, eu a bombando forte pelo cu e dando tapas em sua bunda, ela começa a chorar! Fiquei novamente com pena e tirei o pau do cu dela por uns instantes. E então tirei seu vestido, sua calcinha, a conduzi até o banheiro e insisti para deixar só eu gozar e depois parávamos. Ela me chamando de perverso e dizendo que eu não gostava dela, abriu a bunda novamente para mim e pediu para eu gozar rápido. Foi então que eu, novamente, comecei a bombar forte aquela bundão, que a altura do campeonato já estava toda dolorida, segundo as lamentações que ela fazia. Quanto mais eu bombava forte naquele cu, mais ela ficava numa aparência de tonta, com os olhos querendo fechar e pedindo para eu parar que ela já não tava agüentando mais... Enfim, com ela quase caindo no chão, enchi aquele cuzão de porra - a altura que ela ia caindo eu fui gozando, deixando porra um pouco lá dentro e o restante sobre a bunda...
Depois de eu ter gozado, voltei a mim e a percebi no chão do banheiro, chorando... Me senti um monstro! Reconheci o motivo de ela não gostar de sexo anal. Então, a levantei e coloquei embaixo do chuveiro, ficamos ali durante algum tempo embaixo d’água, eu abraçando-a e pedindo desculpas. Depois desse momento, ela já calma, fomos para a cama dormir. Fiz carinho nela e me senti culpado.
É isso, pessoal! Decidi relatar isso a fim de deixar claro como o tesão tira a gente do ar e faz a gente fazer besteira (ou não!). Mas confesso que foi uma noite muito prazerosa, tanto pra mim quanto pra ela que nunca tinha gozado dando o cu. Espero que tenham gostado.
Se você mulher quiser me adicionar no msn, não hesite: negrozudo@hotmail.com
Comentários ():
|
Produtos para o seu prazer |
|
|
|
|